Memórias de um puto não-virgem

E aí??? Eu sou o Patrick, 17 anos, interior de São Paulo. Sou bissexual e resolvi escrever este blog pra gravar em algum lugar as coisas que têm me atormentado, pensamentos, dúvidas, indecisões, decisões, minhas primeiras experiências! Até mais!

Memórias de um puto não-virgem

E aí??? Eu sou o Patrick, 17 anos, interior de São Paulo. Sou bissexual e resolvi escrever este blog pra gravar em algum lugar as coisas que têm me atormentado, pensamentos, dúvidas, indecisões, decisões, minhas primeiras experiências! Até mais!
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Terra Blog

12.12.06

XXVII_No_Onibus_parte_II


(continuação do post anterior)

O pessoal da agência guardou as malas de todo mundo no ònibus e a guia turística ficou falando um monte de baboseira sobre o hotel, sobre a cidade, etc etc etc. Aquela ladainha de sempre. Como se eu estivesse interessado! Um outro casra da agência verificou nossos documentos e pegou as cópias das autorizações, as originais estavam com a dona Norma. Lá pelas dez e vinte, dez e meia, estava todo mundo no ònibus. É claro que todo mundo ficou no andar de cima, que as poltronas são mais espaçosas, etc. O banheiro ficava no andar de baixo, na parte da frente do ônibus, e na parte de trás tinha mais umas quatro ou cinco fileiras de poltronas, e umas quatro televisões penduradas no teto. Que chato. Estávamos só o Pedro e eu ali no primeiro andar, bem lá no fundo, as luzes apagadas, e as TVs ligadas, passando filme. Nossa, que ótimo, poderíamos ver o filme sem encheção de saco! Claro, hehehe! Quando o ònibus saiu, algumas pessoas lá fora acenavam pras pessoas dentro do ònibus, lá no segundo andar. Famíla, provavelmente. Como eu achei ótimo não ter pra quem acenar! Em compensação... assim que o ônibus alcançou a estrada, eu abaixei o encosto do meu banco, e o Pedro fez o mesmo. E ali ele me deu um dos melhores beijos da minha vida!

A verdade é que estávamos tão empolgados que tudo parecia absolutamente mágico! E ainda tinha a adrenalina da situação, pois podia aparecer um a qualquer momento! Ainda bem que a luz do banheiro ficava o tempo todo acesa, então dava pra ver quando alguém estava descendo a escada. Mas ainda assim precisávamos ter cuidado. Imaginem se acabássemos dormindo agarrados e alguém aparecesse??? Não, não poderíamos dar essa bandeira. Então decidimos nos comportar o máximo possível, hehehe. Mas tava complicado! Que vontade absurda de arrancar a roupa dele ali mesmo! Sei lá, acho qua quando não podemos (ou pelo menos não devemos, eheheh) fazer uma coisa, ela parece ainda mais tentadora!! Nós ficávamos dando uns beijos, mas nada além disso. Mas é claro... o negócio foi esquentando, esquentando, esquentando... e eu ficando louco!
"Affe, Pedro!!!", eu sussurrei no ouvido dele. "Puta merda, se vc continuar mordendo meu pescoço não vai dar, kra, eu to louco de tesao!!!"
O maldito não disse nada. Ele sabia como me deixar maluquinho! Continuou me mordendo e me lambendo o pescoço de um jeito que fazia todos os meus pêlos arrepiarem! Affe, então o maledetto enfiou a mão dentro da minha bermuda, e ficou passando a mão por cima da cueca, enquanto, com a outra, segurava meu pescoço. Eu estava com uma das mãos no rosto dele, e a outra segurando firme no apoio de braço do ônibus, porque se eu tentasse enfiar a mão dentro da calça dele não ia dar coisa boa. Tinha certeza que ia acabar arrancando a camiseta dele ali mesmo! Mas ele continuou, é claro. Ai meu pai... ele estava me esfregando, e eu com as pernas inquietas, sentindo os dedos dos pés se entrelaçando dentro dos tenis, num tesao absoluto. Então ele enfiou a mão dentro da cueca e agarrou o Patrickzinho, que nessa hora estava louco pra sair da gaiola, ehehehe! Affe ele começou a bater uma pra mim ali, dentro do ônibus!!! Meu, sério, eu não podia acreditar naquilo! Nossa, nossa, nossa, eu tava suando frio já! Então ele fez o que eu temia. Ele estava sentado do lado do corredor, e eu na janela, lá no fundão do busão. Ele se abaixou e começou a me chupar. Oh my god! Eu espalmei a mão no vidro da janela e encostei a cabeça no banco, forçando com tudo pra trás. Affe, ele tava me chupando ali no ònibus mesmo, meu santo! Olha, acho que eu não teria achado assim tão absurdo se Murphy não estivesse, mais uma vez, me perseguindo: alguém desceu pra ir ao banheiro. Quando eu vi a silhueta da pessoa na frente da porta do banheiro, minhas pernas travaram, e eu quase tive um surto. Eu sussurrei o mais baixo que pude:
"Pedro, Pedro, Pedro, tem alguém no banheiro, páraaa!!!"

E o FDP fez o quê? Levantou a mão e tapou a minha boca, segurando firme mesmo - E CONTINUOU ME CHUPANDO, so que com mais orça ainda! Afffffeeeee!!!! Meu, se aquela pessoa decidisse ver que filme estava passando, seria o fim!!! Nossa, eu estaria completamente fudido, e o Pedro também! A viagem iria por água abaixo!! Mas o Pedro não parou, continuou lá, e eu com medo, mas morrendo de tesão ao mesmo tempo! Dio santo, a pessoa saiu do banheiro, e eu só olhando, e segurando os gemidos de prazer, e então fosse quem fosse, subiu de volta pro segundo andar. Euu respirei aliviado, mas ofegante, e logo comecei a sentir aquele calor e aquela sensação de êxtase que aparecem antes de vocês sabem o quê, e me segurava na poltrona, e o Pedro ali, me chupando! Nossa não deu trinta segundos e eu gemi bem baixinho, "Pe-Pedro, eu vou... eu vou...", mas ele não parou. Não teve como. Sentindo uma explosão de prazer, medo, alegria, paixão, eu gozei. Affe que vergonha com que eu fiquei!!! Nossa, eu gozei na boca dele, não sabia onde enfiar a cara. Então ele pegou o copo de água que tava no suporte no braço do banco, abriu e pôs água na boca, e cuspiu de volta dentro do copo. Fechou o alumínio de volta e largou o copo no suporte de novo. Ele se virou pra mim, eu com vergonha de encará-lo, e já ia pedindo desculpa, quando ele se inclinou e me beijou de novo, me deixando sentir o geladinho da água que ele acabara de pôr na boca.
  • criado por  Soubi criado por Soubi
  • Postado em 20:38:34
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